Margarida Monteiro de Barros

Margarida Monteiro de Barros

Investigadora/ Consultora/ Formadora

Acumula 15 anos de experiencia em inovação estratégica, sustentabilidade e processos de Design Thinking. Tem conceptualizado, gerido e desenvolvido projetos de consultoria para uma diversidade de sectores (automotivos, agricultura, tecnologia, FMCG) e tipo de empresas e mercados, tais como Espanha, França, Inglaterra e Portugal.

Em 2000 começa a sua atividade profissional numa empresa de consultoria de inovação em Barcelona, Espanha, atualmente CN-LOOP, com forte vertente em gerar modelos de negócio inovadores e estratégias disruptivas, onde permanece durante 5 anos chegando a gestora de cliente e responsável por um projeto europeu – RODEO: Robust Development of Organisations.
Em 2005 parte para Inglaterra com uma bolsa de estudo integral da EPSRC, e integra um programa de doutoramento, entre a Universidade de Cranfield e a Universidade de Loughborough, para investigar como as empresas criam sustentabilidade com valor acrescentado através de processos de inovação e por um reajustamento (e muitas vezes) transformação cultural.
De 2011 e 2013 integra a equipa de New Business Development na Amorim Cork Composites (ACC).
Em 2013, integra o centro de investigação CEG-IST (centro de estudos de gestão do Instituto Superior Técnico), desenvolvendo investigação nas áreas de Inovação Social e inovação organizacional, recorrendo à abordagem do Design Thinking.
Entre 2013 e Dezembro de 2015, desenvolve trabalhos de investigação, através de uma bolsa de pós-Doutoramento, principalmente relacionados com abordagens participativas, processos de co-criação e de co-operação em diversos contextos.
Desde 2016 faz também parte da equipa de consultores sénior de ALVA – Research and Consulting e criou a TRAMA – sociedade agrícola Lda.

Onde foi parar o potencial estratégico da abordagem Design Thinking?

 Onde foi parar o potencial estratégico da abordagem Design Thinking?

O potencial estratégico do Design Thinking está relacionado com a capacidade das organizações de entenderem e fazerem uso do Design Thinking na criação de processos e mecanismos de transição para enfrentarem problemáticas complexas, dando possibilidade às pessoas de criarem elas próprias a resiliência das suas organizações (de dentro para fora).

Margarida Monteiro de Barros

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