Coronavírus: 10 dicas para profissionais de RH

Por o 25 Março 2020

Nesta situação global de emergência de saúde pública, é importante que os profissionais de Recursos Humanos assumam total responsabilidade pela gestão da dinâmica não só contratual, mas também relacional, junto de todos os colaboradores.

Muitas organizações já se viram obrigadas a tomar medidas sobre a reorganização das formas de trabalho, outras encontram-se a rever os seus planos de emergência. Quais são os elementos essenciais a considerar para enfrentar esta situação da melhor maneira possível?

 

 

Adotar uma visão estratégica clara e zelar pela transparência na tomada de decisões rápidas que possam ter impacto a médio e longo prazo são preocupações críticas neste momento. Como consequência, a função de RH passa a ter também a seu cargo a missão de colocar as suas competências ao serviço da organização, contribuindo não só para a compreensão dos riscos do negócio e dos constrangimentos legais atualmente existentes, mas também para a leitura das dinâmicas sociais relacionadas com a organização do trabalho.

 

Indicações operacionais

Inspirados nas reflexões do CIPD (Chartered Institute of Personnel and Development) britânico e na SHRM (Society for Human Resource Management) americana, partilhamos 10 indicações operacionais para Managers e demais especialistas em Recursos Humanos:

  1. Siga os conselhos da Direção Geral de Saúde sobre formas eficazes de conter o vírus;
  2. Mantenha-se a par dos conselhos e medidas anunciados pelo Governo;
  3. Contribua para a preparação ou revisão dos planos de negócios da sua organização para gestão de crises;
  4. Comunique ativamente estes planos aos colaboradores, clientes e fornecedores;
  5. Avalie com otimismo as opções para que os colaboradores possam trabalhar remotamente. No caso de implementar o Smart Working e novas formas Agile de trabalhar e colaborar à distância, ajude os colaboradores (através de tutoriais e/ou infográficos) a adaptarem-se a esta nova realidade;
  6. Proporcione rapidamente formação aos Managers, especialmente nos níveis intermédios, para lhes dar competências básicas ao nível de gestão de pessoas remotamente;
  7. Para organizações que trabalham diretamente com clientes, considere a utilização de opções self-service e/ou a promoção de comunicações telefónicas e digitais para minimizar a interação presencial;
  8. Reveja e aperfeiçoe as políticas e procedimentos de saúde, segurança e bem-estar aplicadas aos colaboradores, em particular reconsiderando questões como a proteção da higiene pessoal e do escritório, distância social e horário de trabalho;
  9. Considere a possibilidade de proporcionar formação adicional às pessoas que trabalham em áreas críticas para que mais colaboradores tenham as competências necessárias para colmatar as ausências imprevistas nesta altura conturbada;
  10. Promova a consciência e o otimismo, evitando formas de distorção da informação (por exemplo, a subestimação) e o excesso desnecessário de preocupação (o pânico injustificado).

 


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*Artigo adaptado do original publicado aqui por Alessandro Reati.

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