Re-humanizar o Digital Learning

Por o 5 Julho 2019

Introduzir e maximizar as potencialidades da utilização da tecnologia nos processos de desenvolvimento de competências é, para muitas organizações, uma realidade. Para outras tantas ainda representa um enorme desafio devido, em parte, às muitas resistências que “stakeholders” e formandos apresentam quando confrontados com esta possibilidade. De facto, muitas são as questões que se levantam…

Como aprender “soft skills” em ambiente digital? Como personalizar um percurso digital de aprendizagem? Como integrar a dimensão humana, tão necessária nos processos de aprendizagem, em contexto digital?

 

 

Sabemos por experiência própria, e por vários estudos científicos, que a interação humana é fundamental nos processos de aprendizagem. Processos de aprendizagem ativa, que envolvem AÇÃO, INTERAÇÃO e promovem a APLICAÇÃO da aprendizagem, sustentados numa troca e diálogo abertos entre formador, formandos e pares, permitem uma maior retenção e compreensão da aprendizagem, bem como uma maior transferência da mesma para o contexto real de trabalho. Sabemos ainda que os processos de aprendizagem em contexto digital são mais eficazes quando integram e fomentam a interação humana.

 

Em suma, para que a aprendizagem em contexto digital seja eficaz é fundamental promover a interação humana!

 

Na CEGOC, fazêmo-lo através da criação de percursos de aprendizagem assentes em três fatores-chave:

  • A re-humanização dos percursos digitais;
  • A personalização da experiência do participante;
  • Uma perspetiva de longo prazo e de implementação no local de trabalho.

Percursos de aprendizagem coerentes, disponibilizados através da LearningHub@ Cegos, permitem uma melhoria efetiva da “performance” no contexto real de trabalho.

 

Mas como re-humanizamos o “digital learning” e incentivamos a interação humana em processos de aprendizagem digital?

 

Em primeiro lugar, conjugamos ao longo dos percursos de aprendizagem distintos ativos digitais com diversos momentos de interação humana: classes virtuais, sessões de “e-coaching” e sessões presenciais de curta duração, que visam o treino prático das competências a desenvolver.

Por outro lado, incentivamos os participantes a interagir regularmente com o tutor (especialista em conteúdos) e com o “energizer” (a pessoa que, com regularidade, nos dá “feedback” sobre o nosso progresso ou que, simplesmente, nos ajuda sempre que necessário).

Em terceiro, lançamos com regularidade desafios práticos de implementação que, entre outras vantagens, provocam, no seio das organizações, a troca de experiências entre pares, colegas ou chefias, dotando o percurso digital de maior interação humana e reforçando a aprendizagem social no seio das organizações. Por último, envolvemos as chefias diretas dos formandos, através de um percurso de acompanhamento, também ele digital, que visa incentivar não só a interação participante-chefia ao longo do processo, mas, sobretudo, a responsabilização de todos os “stakeholders” na obtenção de resultados.

 

 

Em suma, através da nossa abordagem 4REAL® (“Real”, “Efficient”, “Adapted”, “Learning”), conjugamos as melhores práticas de “digital learning” com a tão necessária interação humana em contexto de aprendizagem, provocando uma melhoria efetiva da “performance” individual no contexto real de trabalho e assegurando resultados visíveis e mensuráveis para as organizações.

 

* Este artigo foi originalmente publicado na revista RH Magazine.

Para saber mais sobre este tema, recomendamos a formação CEGOC Digital Learning

/5 - Voir tous les avis

Outra publicação do mesmo tema

Deixe um comentário

Avatar

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Subscreva o Blog

For security reasons, JavaScript and Cookies must be enable in your browser to subscribe